quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Polícia Civil prende em SP envolvidos em homicídios no Povoado Aguada

Acusados presos desembarcam em Aracaju (Fotos: Allan de Carvalho/SSP)



A Polícia Civil de Sergipe elucidou o mistério que envolvia o desaparecimento de dois pernambucanos da cidade sertaneja de Itabira, que sumiram no mês de outubro deste ano na região de Carmópolis, depois de receber uma proposta para trabalhar com restauração de fotografias. As investigações foram iniciadas pela delegacia da cidade de Carmópolis. Em novembro deste ano, as ossadas de Givanildo Gilberto dos Santos, 29 anos, e José Carlos Palmeira da Silva, 27 anos, foram encontradas enterradas na praia do Jatobá, município de Barra dos Coqueiros. Na oportunidade, parentes das vítimas reconheceram os restos mortais.

No início da tarde desta quinta-feira, policiais civis da Coordenadoria de Polícia Civil do Interior (copci) e do Complexo de Operações PoliciaisEspeciais (Cope), coordenados pelos delegados André Baronto, Jonhatas Evangelista, Lênio Augusto e Hildemar Rios, desembarcaram no aeroporto Santa Maria, em Aracaju, conduzindo seis acusados de terem assassinado a dupla. O trabalho teve o apoio do Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol) da PC e da Polícia Civil do estado de São Paulo. 

Quadrilha foi apresentada à imprensa

De acordo com a polícia, os suspeitos são ciganos e viviam no povoado de Aguada, em Carmópolis. Foram presos os irmãos Roque de Oliveira Ramos, 30 anos, que tem passagem por homicídio; Marcos Lima Ramos, 38 anos e Oliveira Ramos, 52 anos, que já foi detido por fraude. Derino Santos Ramos, 29 anos, que já foi preso por porte ilegal de arma de fogo, Marciano Santos Ramos, 23 anos, e José Oliveira Ramos, 30 anos, são irmãos e filhos de Oliveira Ramos. As prisões aconteceram na cidade paulista de Itapevi e no município litorâneo de Itanhaém-SP. Os acusados etavam abrigados em acampamentos de ciganos há dois meses.

"Após as investigações identificamos que quatro dos acusados estavam na cidade paulista de Itapevi e com o apoio da Polícia Civil paulista conseguimos prendê-los. Novos levantamentos deram conta de que outros dois envolvidos estavam na cidade litorânea de Itanhém e após nos deslocarmos até lá conseguimos êxito nas prisões. Nós estávamos há doze dias em São Paulo fazendo levantamentos para localizar o grupo. No momento das prisões não houve reação, pois a operação foi bem executada e com sucesso cumprimos os mandados de prisão", detalhou o delegado André Baronto.

Crime

De acordo com a polícia, no mês de outubro de 2010 aconteceu uma briga em um bar envolvendo ciganos e retratistas da cidade de Itabira. Na oportunidade um cigano foi assassinado e um outro ficou gravemente ferido. Após o fato, os ciganos juraram as pessoas de Itabira de morte. Depois de alguns meses do confronto, um retratista da cidade pernambucana desapareceu quando estava no povoado Colônia 13, município de Lagarto. No mês de outubro de 2010 aconteceu os assassinatos que vitimaram Givanildo e José Carlos. Em novembro os restosmortais foram encontrados enterrados na região da praia do Jatobá, em Barra dos Coqueiros.

"O sentimento de vingança é bastante aflorado entre os ciganos. Conseguimos identificar esses autores e contiuamos com as investigações para que possamos chegar a outros envolvidos com esses crimes, inclusive com a localização da primeira vítma que desapareceu em Lagarto. Agora vamos apurar como se deu a participação de cada um deles para que possam responder pelos seus atos. Vamos iniciar as ouvidas para que isso seja possível", explicou o delegado de Carmópolis, Lênio Augusto.

Fonte: SSP

IMAGENS DO ASSALTO AO PONTO BANESE DO AUGUSTO FRANCO

O fato foi registrado na agência que fica ao lado do Banese
Mais um Ponto Banese é assaltado na capital  (Foto: Portal Infonet)
Na tarde desta quinta-feira, 22, por volta das 12h, quatro homens armados invadiram um Ponto Banese, localizado na avenida canal 5, no conjunto Augusto Franco. A ousadia dos assaltantes chamou a atenção de clientes e funcionários que ficaram assustados com a ação do grupo que entrou na agência, abordou o vigilante e levou o dinheiro do caixa. De acordo com uma funcionária, que não deseja ser identificada, a quantia levada ultrapassava os R$10 mil.
Assustados, os funcionários evitaram falar detalhes do assalto com a imprensa, mas disseram que a ação criminosa durou poucos minutos e logo após levar o dinheiro e a arma do vigilante os bandidos conseguiram escapar.
Comerciantes próximos ao estabelecimento bancário disseram que o grupo utilizava motos e que seguiram no sentido de uma universidade particular que fica a poucos metros do Ponto Banese.
De acordo com a polícia, dois indivíduos aparecem no circuito de segurança do estabelecimento. Um homem alto, magro e moreno estava vestindo uma camisa amarela. O comparsa, de estatura mediana, tem uma cicatriz no rosto e estava com uma camisa cor de abóbora.
Quem souber qualquer informação dos assaltantes pode ligar para a polícia por meio do 190 ou para o disque-denúncia, que atende pelo número 181.
Por Kátia Susanna